Paixões
| "Onde há pessoas, há problemas. Elimine as pessoas e eliminarás o problema", dizia Stalin e mais alguém. Mas não é que a estudante aquela, de Cubatão, levou a história a sério mesmo? Matou a colega para ficar com o cargo, ao final do contrato temporário ("você só fica se alguém sair ou morrer", teria dito o empregador), e tentou o segundo homicídio pra ficar perto do amante. Mas que mocinha determinada! Parece roteiro de filme, melhor, inclusive, que aquele ao qual assisti hoje. Agora à noite passou um clássico para todos os analisados, emboletados, internados, lobotomizados, trepanados e freqüentadores assíduos de sessões de eletrochoque. Um tal de "Distúrbio mortal", uma tradução infame para "Borderline" (os iniciados sabem do que se trata). Aquela coisa do paciente que desenvolve uma fixação pelo psiquiatra, cerca a casa dele, sua família, faz ameaças, ataca e mata de forma bizarra todos os que não compartilharem de sua forma pouco convencional de enxergar a vida. No caso do filme, o cara se apaixona vesgamente pela médica, mas, na vida real, precisa bem menos pra querer fazer o mesmo. |


2 Comments:
Eu sou normal... Não consegui ver este filme. MAs também me apaixonaria por aquela mulher do filme... E a propósito, ja estou caidinho por vc. Vou encontrar teu email, saber teu telefone, onde tu moras, e colecionar fotos digitais de vc... Estou chegando, por perto, cada vez mais...
Sunday, January 22, 2006
Certo. Apenas me poupe das armas de fogo, tão óbvias, pouco elegantes e sutis. Adagas, espadas e cordas estão liberadas, desde que as marcas não comprometam minha imagem final. Não quero nada grotesco, de mal-gosto, que não possa ser reproduzido, por exemplo, em uma tela ou escultura como as que exibi aqui. Há psicopatas absolutamente sem estilo por aí.
Monday, January 23, 2006
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